(mordidas mansas)














(por vezes bravas)



morder
 
os legumes
e o cacau,
à beira-mar,
em dias
e dias
de enganos;
afundando
ao vento
cogumelos
duns e doutros;
sem nada
de nada
ao colo
e recortando
fotos
de cães.

sacudindo
dias
de conversas
no camarote.

comendo
causas,
políticas
e erros
de um lado
e do outro;
fixando
de repente
o que tem
a praia:
letras
e girafas.



morder
o mundo

 
todos os minutos
todas as horas
todas as semanas
em francês
e em inglês



morder
os sons

 
em 5 minutos
debaixo de água
conhecendo
lendo
sentindo
e comprando



morder
as imagens

 
pessoais
amadoras
profissionais
em movimento
brevemente
aqui



morder
as palavras

 
sentidas
no escuro
em busca
de tempo



morder
o passado

 
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sexta-feira, agosto 15, 2003



O Jorge vem com a ideia de que os Franceses não são muito de borgas nem de conviver com os amigos...

Para alterar esta perspectiva recomendo A vida sexual de Caterine M. Ai está bem ilustrado como os franceses (e as francesas) podem ser uns amigalhaços que gostam de fazer tudo em grupo.

De resto o livro é uma chatice pegada. A escrita é monótona, sem vida e apática. Consegue tornar chatos os mais escaldantes episódios relatados.

A literatura erótica também já não tem a mesma força depois de ter aparecido o canal 18...

E pronto, prometo não colocar mais nenhum post hoje...

Daniel às 01:42 |