(mordidas mansas)














(por vezes bravas)



morder
 
os legumes
e o cacau,
à beira-mar,
em dias
e dias
de enganos;
afundando
ao vento
cogumelos
duns e doutros;
sem nada
de nada
ao colo
e recortando
fotos
de cães.

sacudindo
dias
de conversas
no camarote.

comendo
causas,
políticas
e erros
de um lado
e do outro;
fixando
de repente
o que tem
a praia:
letras
e girafas.



morder
o mundo

 
todos os minutos
todas as horas
todas as semanas
em francês
e em inglês



morder
os sons

 
em 5 minutos
debaixo de água
conhecendo
lendo
sentindo
e comprando



morder
as imagens

 
pessoais
amadoras
profissionais
em movimento
brevemente
aqui



morder
as palavras

 
sentidas
no escuro
em busca
de tempo



morder
o passado

 
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segunda-feira, abril 05, 2004


À atenção de S. Pedro
Sim, a temperatura já está bastante agradável, é um facto. A questão é que a brisa da beira-mar (particularmente no local retratado a 4 page downs daqui) não permite que uma pessoa se ponha, digamos, mais à vontade, o que me está a provocar o desagradável "bronzeado à pedreiro" e nós não queremos isso, pois não?
Se pudesse então dar aí uma palavrinha ao Éolo eu agradecia.
Por hoje era só.

Jorge Moniz às 21:03 |